28 março 2007

adivinhem quem voltou...

Faz algum tempo que não passava por aqui. Melhor dizendo, faz algum tempo que não parava por aqui, porque passar e não parar é bem mais fácil, em algumas ocasiões, do que permanecer.
Isto de escrever tem muito que se lhe diga, ainda para mais quando não estamos muito habituados e muito menos quando não se sabe quem é o receptor destas nossas palavras.
Por outro lado, até que é mais fácil não saber quem está do outro lado, pois dá para escrever tudo o que apetecer, sem ter alguma censura por aí à espreita.
Este espaço, que é uma parte de mim, serve para isso mesmo afinal.
Mas voltemos ao início... Desde a última paragem aconteceram tantas coisas que nem sei por onde começar... Desde logo a Yaibe no Mali, essa doida que só mesmo ela para ir fazer uma coisa daquelas para nos deixar no sufoco do regresso. Mas também trouxe a alegria e a bagagem cheia de histórias e relatos maravilhosos, repletos de vida - uma outra vida que não pensamos muitas vezes. Mas Yaibe, ainda estou à espera do diário de bordo, porque não me contento apenas com as tuas crónicas diárias de lá e do pouco que nos trouxeste à chegada.
E hoje acho que fico por aqui... deixa-me apanhar a carreira que está a chegar.
Até à próxima paragem...

13 novembro 2006

Uma linda história...

Esta é uma história sobre quatro pessoas:
Todo Mundo, Alguém, Ninguém e Qualquer um

Havia um importante trabalho a ser feito e Todo Mundo tinha certeza de que Alguém o faria. Qualquer um poderia tê-lo feito, mas Ninguém o fez.

Alguém zangou-se porque era um trabalho de Todo Mundo.

Todo Mundo pensou que Qualquer um poderia fazê-lo, mas Ninguém imaginou que Todo Mundo deixasse de fazê-lo.

Ao final, Todo Mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer um poderia te feito.


Anónimo
11/2006

06 novembro 2006

será conversa da treta?

haverá palavras hoje para escrever? trago esta pergunta cá dentro, acompanhada de uma estranha vontade de escrever algo, mas não sei bem o quê!
porque será que os "grandes amigos" têm sempre de arrastar outros para a sua peculiar relação? porque será que não são capazes de assumir as suas diferenças? porquê todo este "conflito" dissimulado? é assim tão difícil assumir que não se gramam?
é com muita (....???) que observo e se torna cada vez mais claro, que esta forma de relacionamento é o alimento desta relação.
com a idade que já têm e tudo o que já têm passado, já deveriam (penso eu) ter o juízo suficiente para pelo menos assumirem as suas diferenças....
espero que esteja para breve, embora ache que esta brevidade se tornará eterna

02 novembro 2006

catarse mm!

hoje quando aqui entrei, pensei mesmo em escrever todos os palavrões que conhecia. só me apetecia escrever todos e quanto mais pensava mais e mais apareciam....
mas não foi necessário. isto porque apareceram em conversa algumas pessoas que me levaram a fazer a catarse de uma outra forma. (agradecido lu e lu!!!!). mas olhem que isto não está fácil.
cada vez mais se torna complicado remar contra uma maré que tem tanto de "criativo" como de maquiavélico e que tem como timoneiro, uma pessoa mal formada que não olha a qualquer tipo de argumento, por mais correcto que seja.
o que está a acontecer com a educação desta peninsula, na sua parte norte, é apenas e só o espelho da prepotência que se tem vindo a verificar em todo o país. até mesmo quando os argumentos não têm hipótese de serem contestados, logo aparece um novo e abominável plano para destruir o trabalho de quem, apenas e só, deseja trabalhar.
por isso, é do fundo do meu âmago que te agradeço P. C., mas também te peço que desapareças para bem longe....

19 outubro 2006

da expectativa passamos à realidade de um tempo em que é imperativo funcionar.
é sempre melhor quando os adversários até agora ocultos ou indecisos, concretizam a oposição.
é importante não perder o rumo ou cair em falsas "ameaças" ou suposições que não têm razão.
mas o que realmente importa no final, é sair com a consciência tranquila do empenho e dedicação pessoal, de que se fez tudo o que estava ao alcance para manter a máquina bem oleada e a funcionar.
a todos aqueles que ajudam a manter a máquina a funcionar, directa ou indirectamente, a todos os que ajudam os que ajudam, tenham presente que a máquina é um bocadinho de todos vós.

16 outubro 2006

momento expectante

O momento que se segue, traz consigo a expectativa de um dia que está para chegar. nesse dia, pode decidir-se o futuro próximo de algumas pessoas. gentes que cuidam e que são cuidadas, num qualquer universo, espalhado por este enorme planeta.
mas este universo não é um qualquer universo. é apenas e só, um universo que me é muito próximo.
é um universo de relações, amizade, respeito, mas sobretudo de muito trabalho.
é com este último, que espero poder alcançar por estes dias, a luz ao fundo do túnel que permita alcançar um "bom" futuro, num curto espaço de tempo, sobretudo porque sei, que só dessa forma não se irá chegar ao tão doloroso sofrimento.

09 outubro 2006

alegre conbíbio

foi na passada sexta-feira que tive a oportunidade de inaugurar um novo espaço de convívio, para gentes muito bem apessoadas.
apenas bastou um grupo de gentes bem chegadas, uma mesa recheada de alguns petiscos e de uma boa pinguita, para que se passasse uma noite bem disposta.
mais importante que isso, foi sentir a sintonia bem patente, a segurança de estarmos juntos e que todos sentiam aquele espaço como tendo um bocadinho de cada um.
até as ditas ciências do oculto, marcaram presença.
é uma experiência a repetir.

02 outubro 2006

mas afinal quem és tu?

sim, quem és tu que chegas e insultas, tão somente porque o dia não acabou como tu pensas?
quem és tu que te esqueces do teu respeito próprio e que invades com a tua raiva, quem te aparece pela frente?
não és a pessoa que conheço e com quem passei alguns momentos de boa disposição e muito trabalho. será que já te esqueceste?
só isso pode justificar o que disseste... ou será que estava enganado? sempre estive enganado sobre ti... só te importas com quem te rodeia, se as coisas te correrem de feição?
como é triste esta realidade....

26 setembro 2006


hoje o sentimento é de melancolia.
algum constrangimento e também alguma revolta interior.
e nem o futebol hoje serviu para distrair a mente e contrariar este marasmo...
é triste...
às vezes por maior que seja o investimento e a dedicação, há sempre algo ou alguém, que nos conduz a este sentimento. seja porque o barómetro é condicionado pelo tempo, porque o humor não está propriamente bem disposto ou por qualquer outra coisa, este sentimento apodera-se do corpo e da mente e só raramente é contrariado.
nem mesmo a consciência de alguns dinheiritos a mais, ganhos num qualquer jogo de sorte (que tem mais momentos de azar...), ao final do dia...
enfim, há dias assim.

25 setembro 2006

no sábado tive a oportunidade e o prazer de testemunhar uma verdadeira história de amor.
daquelas que arrepiam só ao olhar... e não estou só a falar desse amor entre homem e mulher. é também o amor de pais e amigos, aquele que enche e preenche.
foi também uma oportunidade de partilha e de aconchego, de alguma loucura, mas sempre tudo com peso e medida, espelhando e testemunhando uma nova etapa de um percurso feito a dois, seguido sempre de perto por tantos outros.
foi um momento único que, sem qualquer dúvida, será para recordar.
parabéns j e r

19 setembro 2006


hoje não temos acaso... temos limite.
no dicionário aparece como s. m. marco; baliza;raia; meta, mas não é bem isso; linha de demarcação, fronteira, anda mais perto...
grandeza constante da qual outra pode aproximar-se indefinidamente sem nunca a atingir, agora parece que sim, estamos no bom caminho!
essa suposta linha, imaginária ou não, que precisamos ter presente, quando se atravessam no nosso caminho, alguns acontecimentos que não contavamos e que nos permite (de alguma forma, à posteriori), alcançar aquele conforto de ter ultrapassado essa situação. é claro que o desconforto pode acontecer se a situação não é de todo agradável ou se durante a ultrapassagem se encontram alguns obstáculos.
a consciência de certos limites pode ser "auto-traiçoeira", isto porque pode conduzir à acomodação, e toda a gente sabe que parar é morrer.
o truque está mesmo na aproximação indefinida sem nunca lá chegar. ir alargando horizontes, ir descobrindo novas capacidades, mesmo que seja por necessidade.
hoje foi mais um desses dias, como tantos outros que têm vindo a acontecer neste últimos meses.
e no final fica sempre o conforto de ter conseguido ir um pouco mais longe.


e já agora leiam o Equador do Miguel Sousa Tavares... porque para além de ser um bom livro, é também uma óptima definição de limite.
se preferirem a música, lembro-me agora dos Clã... dançar na corda bamba.

12 setembro 2006

Hoje importa reportar aqui uma coisa que me bateu na muche.
Não passa, decerto, de mais um daqueles "acasos". Se estiverem interessados espreitem este link:
http://istoe.terra.com.br/istoedinamica/testesenquetes/testequarto/quarto.swf

E como voltei, por mero acaso, a falar neles, cada vez vez fico menos indiferente a todos os acasos que se vão cruzando neste caminho... ainda para mais quando me vou encontrando com outras partes que cada vez mais me preenchem

07 setembro 2006


2º dia de blog...
isto é capaz de ser interessante, juntar (nem q seja para mais ninguém perceber) alguns uivos para espantar alguns espíritos menos bons q por aí andam....

06 setembro 2006


pois tb já tive de aderir ao mundo blog. tudo graças ao "acaso". vamos ver se é desta q escrevo um livro